O Turismo de negócios, também conhecido como de baixa estação, tem uma característica, ser constante, na realidade é ele que sustenta o setor, depois que o verão acaba.
Esse blá, blá, blá, todo (sou boa nisso, falo pelos cotovelos) para dizer que, acredito que podemos usar a criação da Secretaria de Turismo, para PENSAR esta cidade de uma forma diferente, ouso até, citar alguns pontos:
1. Preparar a cidade para o Turismo.
Existe um termo, turismo receptivo, o qual engloba entre outras coisas, ter uma cidade que acolhe a quem chega, nesta questão, novamente, busco apoio, nos meus tempos de menina. Como assim?
Nas lembranças das recepções em minha casa, não, não digo SUPERMEGAULTRAFASHION festas.
- Sua tia vai chegar! Vou fazer um café, tem biscoito? A toalha do banheiro está limpa? Arrume as almofadas no sofá... Esse blá, blá, blá, todo para dizer:
Não adianta o turista chegar, se for pela rodoviária, já leva um susto, e ver a cidade, suja, mal sinalizada, cheia de água, com um sistema de transporte público “complexo”, para quem não é local, com poucas informações e atrações turísticas.
Temos o Quarteirão Paulista, as Sete Capelas, o Bosque, o Curupira, você pensou?
São lugares importantes e bonitos, mas além do chope, quem pega um ônibus ou avião, para visitar o bosque de Ribeirão? Só na época do Tanabata.
“Em minha modesta e...”, não temos apelo, cuidado com a nossa imagem.
Podemos: limpar, preservar, restaurar, projetar e expandir nosso espaço público – mais parques, árvores, educar as pessoas sobre a História da Cidade, criar concursos e prêmios e muito mais.
2. Criar oportunidades baseadas em nossas potencialidades
Se não tiver a Agrishow? Tudo bem! Não estou louca, apenas sou, louca por acreditar que, “Nós Podemos +”.
Na questão cultural; a Feira do Livro, o Festival Tanabata, o Dança Ribeirão, são eventos que já se firmarão, mas podem se servir de mais investimentos. Temos também um projeto, ao meu ver muito interessante, a criação dos Estúdios, na antiga Paulista (temos uma ótima luz!).
Vamos nos lembrar da retomada do cinema nacional, olhar com carinho para cidades como, Batatais – Festa Di San Gennaro e São José do Rio Preto - Festival Nacional de Teatro Amador. Citei estes eventos em particular, por que, “em minha modesta...”, ficaram maiores do que a cidade.
Em relação à parte de grana, negócios; não temos a Agris..., temos um bem muito valioso nos dias de hoje, informação, pesquisa e tecnologia. Que tal criarmos a ReciclaShow, ou FESAM - Feira de Econegócios e Sustentabilidade da Alta Mogiana, ou ...
Esse blá, blá, blá, todo (sou boa nisso, falo pelos cotovelos) para dizer que, acredito que podemos usar a criação da Secretaria de Turismo, para PENSAR esta cidade de uma forma diferente, ouso até, citar alguns pontos:
1. Preparar a cidade para o Turismo.
Existe um termo, turismo receptivo, o qual engloba entre outras coisas, ter uma cidade que acolhe a quem chega, nesta questão, novamente, busco apoio, nos meus tempos de menina. Como assim?
Nas lembranças das recepções em minha casa, não, não digo SUPERMEGAULTRAFASHION festas.
- Sua tia vai chegar! Vou fazer um café, tem biscoito? A toalha do banheiro está limpa? Arrume as almofadas no sofá... Esse blá, blá, blá, todo para dizer:
Não adianta o turista chegar, se for pela rodoviária, já leva um susto, e ver a cidade, suja, mal sinalizada, cheia de água, com um sistema de transporte público “complexo”, para quem não é local, com poucas informações e atrações turísticas.
Temos o Quarteirão Paulista, as Sete Capelas, o Bosque, o Curupira, você pensou?
São lugares importantes e bonitos, mas além do chope, quem pega um ônibus ou avião, para visitar o bosque de Ribeirão? Só na época do Tanabata.
“Em minha modesta e...”, não temos apelo, cuidado com a nossa imagem.
Podemos: limpar, preservar, restaurar, projetar e expandir nosso espaço público – mais parques, árvores, educar as pessoas sobre a História da Cidade, criar concursos e prêmios e muito mais.
2. Criar oportunidades baseadas em nossas potencialidades
Se não tiver a Agrishow? Tudo bem! Não estou louca, apenas sou, louca por acreditar que, “Nós Podemos +”.
Na questão cultural; a Feira do Livro, o Festival Tanabata, o Dança Ribeirão, são eventos que já se firmarão, mas podem se servir de mais investimentos. Temos também um projeto, ao meu ver muito interessante, a criação dos Estúdios, na antiga Paulista (temos uma ótima luz!).
Vamos nos lembrar da retomada do cinema nacional, olhar com carinho para cidades como, Batatais – Festa Di San Gennaro e São José do Rio Preto - Festival Nacional de Teatro Amador. Citei estes eventos em particular, por que, “em minha modesta...”, ficaram maiores do que a cidade.
Em relação à parte de grana, negócios; não temos a Agris..., temos um bem muito valioso nos dias de hoje, informação, pesquisa e tecnologia. Que tal criarmos a ReciclaShow, ou FESAM - Feira de Econegócios e Sustentabilidade da Alta Mogiana, ou ...
Dê a sua idéia!
TEMOS POTENCIAL CRIATIVO E HUMANO PONTO!


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